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Sul das Gerais (Ecoturismo) escrito em quinta 17 junho 2010 15:06
Mobilização (Meio Ambiente) escrito em quinta 12 novembro 2009 08:58
Gripe suína - Mudando a Mente para se proteger (Dicas do dia) escrito em sexta 28 agosto 2009 05:03
por Ecocentro IPEC
O vírus causador da gripe é chamado de Influenza. Gripe = Influenza = Influência = não fluir, não ser espontâneo. Segundo a autora Louise Hay em seu livro “Cure seu Corpo”, o padrão de pensamentos e de comportamento de quem adquire gripe é : - Reação contra a negatividade.
Temor. Deixar-se influenciar pelas opiniões alheias. E o novo padrão de pensamentos que devemos ter, em substituição ao padrão acima é: - Estou acima de crendices e imposições sociais. Estou livre de influências e pressões. É interessante observarmos que em casos recentes de gripes epidêmicas ou pandêmicas houve situações de negatividade e temor em caráter mundial e a população sofreu grande influência (Influenza) da opinião pública, despertando o medo e o temor em relação ao futuro..
Também em várias culturas a imagem do porco está associada à cofrinhos, à fartura e à riqueza. A principal atitude para evitarmos qualquer gripe é confiarmos no processo da vida e não sermos INFLUENCIADOS pela situação geral; não termos medo do futuro. No caso específico da gripe suína, devemos evitar o temor em relação às questões econômicas e financeiras. Não adquira Influenza. Não seja influenciado! Abaixo um descritivo mais abrangente de cada surto epidêmico ou pandêmico de gripe:
1) A Gripe Espanhola em 1.918, que afetou 50% da população mundial, tendo matado 20 a 40 milhões de pessoas, ocorreu logo após o final da Primeira Guerra Mundial.
2) Em 1933 houve um surto ligeiro de Gripe, provavelmente ocasionada pelo temor ocasionado após a queda da bolsa de valores, em 1.929.
3) Em 1.946 houve uma epidemia ligeira de gripe, logo após a Segunda guerra mundial - 1939-1945, que não recebeu um nome específico e juntamente com as gripes de 1.957 ( Asiática ) e de 1.968 ( de Hong Kong ) foram as epidemias mais recentes da história.
4) A Gripe Asiática, em 1957, foi precedida pelo Pacto de Varsóvia em 1.956. O Pacto de Varsóvia foi uma aliança militar formada em 1955 pelos países socialistas do Leste Europeu e pela União Soviética. O tratado estabeleceu o alinhamento dos países membros com Moscou, estabelecendo um compromisso de ajuda mutua em caso de agressões militares. O organismo militar foi instituído, em oposição à OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), organização internacional que uniu as nações capitalistas da Europa Ocidental e os Estados Unidos. A Criação do Pacto de Varsóvia gerou muito temor no mundo, pois criou a expectativa de uma Terceira Guerra Mundial.
5) A Gripe Hong Kong, em 1.968 ocorreu no clima da Guerra do Vietnã, sob ameça de início de uma Terceira Guerra Mundial.
6) A Gripe Aviária, em 2.004 foi precedida pelo temor mundial de uma guerra atômica, após o atentado de 11 de Setembro de 2.001 às Torres Gêmeas e posterior guerra dos Estados Unidos contra o Iraque, que começou no dia 19 de março de 2003 e que foi, por muitos, posicionada como possível início da Terceira Guerra Mundial.
7) A Gripe Suína, agora em 2.009 foi precedida pela Crise Financeira Mundial que gerou uma enorme insegurança na população mundial.
Thais Oliveira
SOLUÇÃO AMAZÔNICA (Meio Ambiente) escrito em segunda 17 agosto 2009 10:26
Trilhas e Aventuras (Trekking) escrito em sexta 24 julho 2009 10:13
Trekking
Os riscos do Trekking
Atualmente cada vez mais pessoas tem optado pelo trekking, hiking ou escaladas que são sem dúvida uma das melhores opções na hora de planejar as férias. Entretanto, o que essas pessoas não consideram é que este esporte tem riscos e em certas ocasiões um erro ou um descuido podem resultar em uma fatalidade.
As medidas de segurança sempre são poucas. Esta semana este esporte teve sua última vítima fatal. Hernán Reyes Garín, de 47 anos, foi encontrado morto a 4.700 metros de altitude no glaciar “La Paloma”.
Garín junto ao seu companheiro Cristóbal González, que foi resgatado com vida, pretendiam alcançar o cume do cerro “El Altar” de mais de 5 mil metros, mas ficaram presos em uma região de muito difícil acesso por causa dos glaciares e das gretas.
Várias hipóteses foram levantadas em torno das causas de sua morte, porém os experts parecem concordar no que se deveu a uma “má manobra”.
Para Daniel González, acadêmico da UdeC e ex-selecionado nacional de andinismo, existem alguns dados chave para enfrentar a montanha da melhor forma possível e evitar tais consequências, já que cem por cento dos acidentes são provocados por erros humanos, afirma.
O primeiro que se deve fazer antes de partir para uma expedição é prever o clima. Este será o guia para determinar a roupa e os utensílios que se deve levar, pois deve levar em consideração que a uma maior altitude, é menor a temperatura.
Quando existem gretas, se pode avaliar o caminho antes de pisá-lo, com um Piolet, que são as típicas piquetas que usam os andinistas.
Agora, se existe muito risco se deve ir encordado e entre duas pessoas resguardar as descidas. Além de que sempre é recomendável realizar as viagens em três ou mais pessoas porque em caso de ocorrer um acidente um deles pode ficar com o acidentado e o outro pode ir pedir ajuda.
Outro ponto importante é a alimentação, já que a altitude inibe o apetite e a sede, mas é recomendável sempre seguir se hidratando e comendo para não perder energias nem forças.
Algo que se deve ter presente é sempre viajar com gente conhecida, já que com a altitude a falta de oxigênio pode provocar mudanças de personalidade e temperamento.
Outro expert é Vicente Ruiz Godoy, que defende que para fazer trekking e escaladas mais que qualquer instrução se necessita prudência e planejamento. Antes de tudo, os interessados em subir montanhas devem saber muito bem aonde irão, pois assim saberão a roupa, o clima, o tempo que leva e os utensílios que devem levar.
Além de que devem deixar registros, seja através da Federação de Andinismo ou com as pessoas locais.
O mais importante é contar com uma boa mochila, na qual se deve minimizar o peso carregando só o necessário. Sempre se deve levar lanterna, gorro, luvas, óculos de sol com fator UV e bloqueador solar, porque existe um grande perigo de queimaduras provocadas pelo sol.
Quando se pretende subir montanhas complexas se deve usar calçados grossos e “crampons” quando a superfície tem gelo ou neve. Também se deve usar um capacete de segurança e bastões de trekking.
Ainda se não contar com um GPS se deve distinguir os pontos estáticos chamados totens, que são montes de pedras que servem de orientação.
Ambos especialistas concordam que o pior erro é fazer coisas as quais não se está capacitado e “nunca acreditar ser mais que a montanha”..
Fonte: La Discusión - Chile
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